TV-CHILD É UMA DESIGNAÇÃO QUE SE PODE DAR À MINHA GERAÇÃO, QUE CRESCEU
A VER TV. ESTE BLOG É 90% SOBRE TV, 10% SOBRE OUTRAS COISAS.
Mostrar mensagens com a etiqueta YouTube. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta YouTube. Mostrar todas as mensagens

25 fevereiro 2019

91 Oscars - Rosa ou Preto? Ou a Mistura?

Isto de ver a cerimónia dos Oscars sem ter visto nenhum dos filmes nomeados (era para ter visto The Favourite a semana passada, mas não calhou), tem as suas vantagens: a maior de todas é ver o jogo político por trás com maior distanciamento. Por outro lado, do modo como a cerimónia anda, torna-se quase completamente previsível.

A transmissão este ano passou para as mãos da FOX, versão penosamente comentada por pessoas da RFM - nem aguentei 5 minutos do Red Carpet - felizmente sem comentários na FOX MOVIES, mas com um som aos altos e baixos e cheio de batatas a fritar... Talvez devessem ter pago horas extra aos técnicos de emissão da FOX. Lá para meio alguém deve ter ido ao feicebuque, pois as batatas fritas ficaram prontas.

A cerimónia. Ficou-lhes bem começar com os Queen + Adam Lambert, quem não gosta de uma boa rapsódia dos Queen? Ainda por cima pelos próprios!

A ausência de apresentador não se sentiu muito, salvo algumas excepções, nos últimos anos também não têm sido memoráveis. Até acho que foi tudo mais flúido e gostei da aposta nos números musicais. Só foi pena as primeiras aprsentadoras, Tina Fey e Cia. terem prometido uma cerimónia mais divertida do que acabou por ser. Mas gostei da moça cujo nome não sei escrever, a oriental de fato rosa/lilás.

Ver filmes como Black Panther ou Roma a ganhar estatuetas, claramente porque são filmes, chamemos-lhes, "étnicos", é triste. Não que os filmes não as possam merecer, mas o politicamente correcto é tão mau como a supremacia branca e não vejo os filmes a ser avaliados pelo que são, como filmes, cinema, mas pelo que representam. Não é isto que é suposto estar a ser premiado, mas sim o valor cinematográfico das obras. Portanto em tudo quanto foi categoria onde pudessem ganhar a estatueta, ganharam. Mas para não parecer mal, dividiram o mal pelas aldeias e também deram alguns Oscars a Green Room, outro filme politicamente correcto, e a BlackkKlansman, porque pronto, negros e racismo. Mas gostava de ver BlackkKlansman na mesma. Como disse a Barbra: um detective negro infiltrado no KKK tem piada.

Gostei muito de ver entrar a sôdona Bette Midler no palco e a cantar. Tenho um certo carinho por ela. A reacção de Rupert Everett a Barbra Streisand e o elogio dela a BlackkKlansman foi excelente. A propósito: FINALMENTE o Spike Lee ganha um Oscar!!! Pode muito bem ter sido na onda do politicamente correcto que iria sempre premiar as minorias óbvias, mas o Spike Lee bem merece um Oscar. Já fazia falta.

Por isto:
a cerimónia já valeu a pena! We're not worthy!

Como puderam esquecer-se do Stanley Donen no in memoriam??!! Imperdoável! É verdade que foi na véspera, mas não podiam pagar umas horas extra ao montador? É o Stanley Donen do Singin' In the Rain, um dos filmes mais importantes da história do cinema! Já para não falar na sua restante filmografia.


OK, vamos ao que verdadeiramente interessa: os vestidos! Fiquei bastante desgostosa com a mode crise quatre vingt quatre, isto é, vestidos cor de rosa, cheios de folhos, Barbie anos 80, às paletes! O que passou pelas cabeças dos stylists este ano??!! O que safou a Red Carpet foram espantosamente os homens. Para além de uma profusão de smokings de veludo de várias cores (um dos meus tecidos preferidos), eis que surge esta maravilha, acima, também em veludo!!! Pontos para Christian Siriano, um dos vencedores de Project Runway, vestindo Billy Porter. Algures no século passado imaginei um visual parecido, mas como não arranjei a casaca aba-de-grilo, acabei por fazer a coisa a meia-haste. De resto, as excepções ao vomitado cor de rosa foram a J-Lo, genialmente vestida de bola de  espelhos, e pouco mais.

Não gostei da decoração de palco deste ano, quero brilho! Aquela coisa, que mais fazia lembrar o Mathmos, em So.Go, no Barbarella, era simplesmente feia.

Portanto, no meio de tanto cor-de-rosa, os Oscars tentaram ser negros e ficaram-se pelo meio: pelo castanho.

Oscar.com

08 março 2016

5 Gajos Bons 2016

Depois de muito dar a volta à cabeça, ver as séries que tenho na box gravadas, ver listas de reposições a dar na TV, de até fazer uma lista preliminar, mas a meia-haste, dos meus 5 Gajos Bons no ar na TV a 8 de Março de 2016, este ano decidi não fazer lista!

Não deixei de ver TV, até recorri às telenovelas brasileiras, que em geral têm um bom stock de gajos bons, mas este ano a crise parece que atingiu os gajos bons também. Todos os gajos bonitinhos são demasiado deslavados e os outros... até podem ser bons actores, ter carisma, etc. etc., mas não se qualificam.

Para compensar, deixo-vos dois vídeos de outro gajo bom, mas da música, que sabe bem que o é!


11 fevereiro 2014

Baby Take a Bow


Baby Take a Bow, de Stand Up and Cheer

Na faculdade tivemos de fazer um trabalho acerca  das estrelas de cinema. Havia uma lista, entre estrelas como Elizabeth Taylor ou Joan Crawford, senti-me atraída pela peculiaridade de uma estrela infantil, da qual sabia pouco mais que o nome, Shirley Temple.

Ao familiarizar-me com Shirley, ler a sua biografia e perceber a sua importância histórica, nenhuma menina era tão conhecida nos anos 30, excepto as princesas reais inglesas Isabel e Margarida, um pequeno acontecimento como um simples trabalho para a faculdade transformou-se em admiração e paixão por uma mulher que, como muito poucas pessoas, teve uma vida riquíssima e variada.

Shirley começou como actriz e bailarina aos 3 anos, impelida pela mãe, numa sociedade e numa Hollywood com valores bem diferentes dos actuais. Felizmente para ela, Shirley era uma criança sobre-dotada, não era apenas o charme de uma menina com cara de querubim, e se aprendeu algo com essa longa experiência de mais de 15 anos, foi a desenrascar-se num mundo onde poucos faziam o que queriam. A dimensão do seu sucesso é gigantesca, Shirley era mais apreciada que quase todos os seus colegas adultos, gerou toneladas de merchandising, que variavam desde a clássica fotografia autografada às bonecas à sua semelhança. A sua imagem foi a origem da imagem icónica da menina pespineta com "ar de boneca", recebeu homenagens tão variadas como um quadro de Salvador Dali ou um cocktail (sem álcool) com o seu nome. É também impressionante como o que ficou dela é uma figura de tal forma universal que as pessoas já não identificam directamente com ela. Mas uma coisa é certa, e o vídeo acima comprova-o, o seu sucesso não era vazio, Shirley Temple era uma menina cheia de talento e charme, capaz de cativar qualquer um, mesmo hoje em dia.

Mas Shirley não se ficou por aqui, após um casamento falhado na difícil fase de transição de actriz infantil para jovem adulta, casamento esse para obter alguma independência da mãe, Shirley continuou a sua carreira de actriz a meio-gás e envergou por uma área mais social e política, onde foi Embaixadora da Boa-Vontade das Nações Unidas. Há uns anos foi uma das homenageadas pela Academia das Artes de Hollywood e foi a primeira actriz infantil a receber um mini Oscar, com seis anos, atribuído na época a menores de 18, pelo seu trabalho durante o ano de 1934.

Ao contrário do que é costume, onde aprecio a obra dos meus artistas preferidos em detrimento de querer saber da sua vida privada, com Shirley, ao pesquisar acerca dela, aprendi muito acerca de uma mulher admirável que sobreviveu uma infância difícil e intensa, prodígio que mesmo as actuais estrelas infantis, com a flexibilidade que a sociedade actual permite, têm dificuldade em fazer. O único outro caso de semelhante sucesso que me lembro é Jodie Foster.

Shirley Temple é uma inspiração para mim e continuará a sê-lo, "Bebé, faz uma vénia"!

Shirley Temple

26 fevereiro 2013

85 Oscars - O Musical ♪

Este ano vi mais uma vezos Oscars em directo mas não pude blogar logo de seguida pois tive um dia cheio, mas este ano valeu a pena ficar acordada (depois da seca do ano passado).


Mas vamos ao que interessa: os vestidos! Em geral não vi nenhum horror ou daqueles vestidos que nos fazem pensar mas que raio lhe passou pela cabeça? Eram todos bastante elegantes, com alguns exemplares mais chamativos até que... surge Anne Hathaway na Passadeira Vermelha. O seu vestido Prada em cetim rosa pálido, discreto à frente, atrevido atrás era um espanto. Já percebi que pelos vistos a recepção "internética" do dito vestido foi polémica, mas quero lá saber! Mal vi o vestido todos os outros ficaram na sombra, mesmo o de Jennifer Lawrence, em Dior Haute Couture, que, como uma blogger do tumblr disse, é um vestido digno dos Oscars (gostei do tropeção ao receber o Oscar ). Não deixando a blogger de ter razão, pessoalmente gostei da elegância do vestido Prada de Anne Hathaway e pensei para os meus botões: por isto é que gosto da Prada!. E Anne Hathaway ficou magnífica nele com o seu cabelo curtinho. Calem-se as más-línguas~

A cerimónia foi muito boa , prestando homenagem aos musicais voltou a alguma da glória das cerimónias dos Oscars antes das Twin Towers caírem e animou uma noite que nos últimos anos foi ficando cada vez mais secante. Não houve momentos constrangedores de mudanças técnicas, como entregas de Oscars em diferido ou a orquestra demasiado implacável a cortar os discursos mais longos e houve números musicais, sim plural: NÚMEROS. Logo o número inicial pelo apresentador Seth Macfarlane incuiu quatro quadros, todos com convidados e todos com um bom sentido de humor e a cerimónia (I Saw Your Boobs, William Shatner como Captain Kirk) foi sendo pontuada com mais números, seja por causa da homenagem aos 50 anos de James Bond no cinema (5 de Outubro de 2012), com a poderosa Shirley Bassey a arrasar mais uma vez com 'Goldfinger' ou seja noutras canções premiadas, 'Skyfall', por Adele ou 'Everybody Needs a Best Friend", por Norah Jones, ou ainda pelos números musicais de Chicago, Dreamgirls ou Les Miserables. Seth Macfarlane é competente, politicamente incorrecto q.b. e canta e dança melhor que muitos apresentadores anteriores. Sinceramente espero que volte para o ano.

Mas a piada da noite foi a da Família Von Trapp a preceder a entrada de Christopher Plummer. O que eu me ri!


(peço desculpa a qualidade do vídeo, foi o melhor que se pode arranjar)

Como eu já calculava, Steven Spielberg não ganhou nenhum Oscar com Lincoln. Por mais que o filme apelasse ao espírito patriótico dos americanos, a Academia não gosta de dar Oscars a Spielberg (mas deve gostar de o ter na plateia, pois está quase sempre lá), sendo Schindler's List uma gloriosa excepção. Aliás nesse ano, numa das melhores cerimónias dos Oscars que me lembro de ver, foi o Ano de Spielberg nos Oscars, para não mais se repetir. Felizmente os Oscars nunca foram e agora cada vez menos são, um barómetro para medir a qualidade do cinema (comercial) que se faz, são apenas uma cerimónia de prémios, que pouco significado tem para além do seu lado de espectáculo, pois os lobbies, como se sabe, são mais que muitos.

Desta vez não se esqueceram de Eiko Ishioka na homenagem aos falecidos. Está bem, apesar de antes da cerimónia de 2012, ela tecnicamente morreu em 2012, portanto este ano é que devia ser homenageada. Foi triste perceber que entre os que se foram o ano passado estavam tantos que dedicaram as suas carreiras aos efeitos especiais ou à ficção-científica, como Ralph McQuarry, Chris Marker, Carlo Rambaldi, Eiko Ishioka, Ray Bradbury. Foi esquecido Gerry Anderson e, entre muitos outros, Larry Hagman, que antes de se tornar o JR de Dallas teve uma longa carreira no cinema. Mas parece que há sempre destes esquecimentos, talvez os pesquisadores devessem mudar um pouco a abordagem?

No fim, Seth Macfarlane dedica uma canção, juntamente com Kristin Chenoweth (Glee) aos derrotados da cerimónia, fechando com chave de ouro.

Oscar.com

28 dezembro 2012

Sol Negro



Se há pessoa televisiva que mudou a minha vida foi Gerry Anderson. Vi pela primeira vez Space: 1999 (Espaço: 1999) com seis anos e fiquei apaixonada. Space: 1999 fez-me adorar ficção-científica, decoração modernista, moda dos anos 60-70 (Rudi Gernreich). Em suma, foi parte fundamental na formação da pessoa  que sou hoje, portanto a morte de Gerry Anderson, embora previsível dado que se encontrava doente há algum tempo, não pode de forma alguma passar em branco neste blog. Mais tarde vi outras séries produzidas por Anderson e, mesmo permanecendo o Space: 1999 a minha preferida (de todas, criadas por Anderson ou não), não me importava nada viver numa das casas dos Thunderbirds.

Deixo a sequência do Black Sun, de Space: 1999, em que Koenig e Bergman atravessam o sol negro numa cena algo mística ou transcendental, talvez seja assim  para Gerry Anderson.

Fanderson

10 junho 2011

Vodafone ganha mais pontos!

Sereia Chaves

Ao longo deste blog a Vodafone tem sido provavelmente a companhia mais repetente nas etiquetas YouTube e intervalo. Ultimamente têm andado sossegados, ou com publicidades pouco marcantes, mas esta, para além de um conceito brilhante, tem HUMOR!

Adoro como Soraia Chaves brinca com a sua imagem, não se encheu de pudores para fazer esta publicidade e gosto muito de toda a produção que manteve a ideia simples e portanto eficaz! Para além disso, tenho um fraquinho por sereias...

Mais uma vez: parabéns à Vodafone por se rodear de bons criativos!

29 maio 2011

Mini Darth Vader


Este vídeo já circula na net há MESES, mas agora que anda a passar nos canais de TV nacionais, não podia deixar de o colocar aqui! Já chega de comentários, o vídeo fala por si: DELICIOSO!

22 janeiro 2011

Sexy boy

AXE Excite

A AXE tem uma tradição de boas publicidades, mas já há alguns aninhos que não faziam uma tão boa! A conjugação é perfeita: anjos, Itália (só podia ser em Itália), vespas, bons efeitos especiais, bonita "paisagem", e sim, uma versão "coro angelical" de Sexy Boy dos AIR, simplesmente uma das minhas músicas preferidas! DIVIRTAM-SE!!

13 fevereiro 2010

Que delícia!


DODOT Básico - Jan. 2010

Eu ando a blogar que nem uma maluca... qualquer dia isto passa e volta à pasmaceira de sempre. Mas este anúncio delicioso da Dodot, divertido, simples e muito bem executado merece! Desde que os bebés da Dodot deixaram de falar que um anúncio deles não me deliciava tanto. De notar que os anúncios da Dodot raramente são maus e bebés, só de família e amigos.

04 fevereiro 2010

Coração Panorâmico


O português é romântico
Tem coração panorâmico
Lá disse o Tilo Castelo Brânquico
No amor, no 'Amor de Perdição'
É preciso ser pragmático
Não o deixar sorumbático
Dar-lhe um tema profilático
Um humor, um humor de perdição

Troque a tinta, parta o prato
Ponha a bata, tire a mão
Pinte a manta, coma a papa
Regue a planta, coza o pão
Tire a espinha da chaputa
Trinque a fruta, mate o cão
Perca a queca, mas não perca o 'Humor de Perdição'

Tenha um sentido político
Nenhum comentário crítico
Nenhum recorte satírico
Por favor, a menor provocação
É um programa afonético
De grande contorno estético
Somente um pouco indiscrético
O humor, o 'Humor de Perdição'

Colha figos, faça figas
Com amigos ao serão
Vá de volta, vá de moto
Pé no vento, pé no chão
Tenha tino, faça o pino
Toque o sino do portão
Perca a queca, mas não perca o 'Humor de Perdição'

genérico do programa Humor de Perdição
por Rosa Lobato Faria e Herman José
1988

10 janeiro 2010

Max é campeão de parkour


Anúncio Friskies "Free Running"

Simplesmente adoro este anúncio, acho que é a primeira vez que vejo um anúncio de comida para gato que não é "blá blá blá Whiskas Saquetas"...

Peço desculpa, não encontrei a versão portuguesa.

23 setembro 2009

Adeus Emília!


Dirce Migliaccio 1933 - 2009

09 agosto 2009

Um tipo às direitas



Por mais que não me apetecesse tirar do topo do TV-Child a foto de David Tennant, também me é impossível deixar passar em branco a morte de Raúl Solnado.

Raúl Solnado é uma das minhas referências televisivas portuguesas, era um actor fenomenal que era tão bom em comédia como em drama e sempre um tipo simpático, quando estava à civil. Era uma figura que sempre que aparecia no pequeno ecrã, me deixava um boa sensação e me punha bem disposta.

Por mais que admire a sua carreira no seu todo, para mim Raúl Solnado estará para sempre directamente ligado ao concurso A Visita da Cornélia (primeira versão), onde foi um excelente apresentador, que facilmente alcançava todo o tipo de espectadores. Era engraçado, leve e simultaneamente inteligente sem entrar em humor barato ou em preguicite televisiva, tão comum hoje em dia. Infelizmente só consegui encontrar o vídeo acima no YouTube, gostava de colocar aqui mais...

Mais recentemente, já numa fase de menor popularidade e de outros mediatismos, impressionou-me o seu desempenho no telefilme Facas e Anjos, do invulgar projecto SIC-filmes, onde fazia o oposto daquela imagem de tipo simpático e engraçado a que estava habituada.

Descansa em paz, deixaste-nos muito Raúl!

23 julho 2009

Quando levar as coisas à letra...

Não sei porque será, mas ultimamente algumas publicidades têm tido a tendência para levar os seus conceitos de marketing à letra e isso resultar em publicidades más e deveras irritantes.


IKEA cozinhas

Já há uns tempos que tem passado a publicidade do IKEA (ou da IKEA, não sei que género será) cujo conceito será qualquer coisa como "cozinhas tão confortáveis, que nem parece que está na cozinha". Mas esta publicidade é ordinária, barulhenta, irritante e pouco abonatória a esse conceito de conforto que se quer transmitir... Uma verdadeira decepção para quem, como eu, acha que a IKEA (OK, desta vez utilizei o "a") deveria ser canonizada.


Optimus campanha de Verão

Mais recentemente apareceu este da Optimus, que normalmente tem publicidades decentes, às vezes até boas, mesmo que demasiado melancólicas, mas que exagerou no conceito de "pré-histórico". A publicidade não é somente parva como misógina da pior espécie...

Será que os criativos não têm noção de quando ultrapassam o risco? Adoro coisas arrojadas e provocadoras, mas tanto uma como a outra publicidades são tudo menos isso, chegando até a ser ordinárias.

13 maio 2009

Fashion Video


H&M - Summer 2009

Acabei de apanhar isto na TV, que publicidade mais fashion! Faz-me lembrar os gloriosos anos 90, das top-top models, em que ser fashion victim era um estilo de vida!

15 abril 2009

um pouquinho de nostalgia (ainda) dos 70s...


Lene Lovich - Bird Song

Lene Lovich, nascida nos Estados Unidos mas que sempre conheci como residente em Inglaterra, de origem sérvia e inglesa, foi a primeira cantora/banda musical de que fui fã na vida. Um amigo recordou-me este vídeo fabuloso que agora coloco aqui!

Ela surgiu com o a decadência do punk e o início da new wave e foi muitas vezes algo injustamente comparada a Nina Hagen (por causa do exotismo e da voz treinada) e a Kate Bush (apenas por causa do exotismo). Infelizmente acabou por ter um papel mais secundário na história da música popular, à sombra destas duas cantoras.

Lene Lovich veio a Portugal pela primeira vez dar um concerto em 1978 e voltou o ano passado. Infelizmente não vi nenhum dos concertos, o primeiro por os meus pais não me deixarem, o último por falta de t€mpo...

Apesar de há bastante tempo já não ser a minha cantora preferida, até porque a sua carreira musical abrandou consideravelmente, ainda me sabe muito bem ouvir as suas canções que, em parte, definiram muito do que eu sou!

Lene Lovich

19 fevereiro 2009

Simpsons HD

Tinha de o pôr aqui...


obrigada Deuxieme!

01 novembro 2008

Chanel (ou: o que a alforreca gostava de ser mas não chega nem perto)

Se havia coisa que me enervava quando comprava a TV-Guia há uns anos, era a pessoa que escrevia a suposta coluna social, insistir em escrever a marca Chanel com dois "N". Uma pessoa que percebe de socialite é suposta também perceber minimamente de moda e Chanel pertence à crème de la crème dos criadores de moda ao longo da história. Para além disso as prateleiras das perfumarias (nem que seja) estão recheadas de frascos dos diversos perfumes da casa, muitos deles envergando o nome Chanel. Não é difícil!

Não sei se vi mal (muito sinceramente espero que sim - mas os portugueses não são rápidos no gatilho no que toca ao YouTube e a SIC também não tem nada), mas estava a fazer zapping e fui parar ao novo programa de apanhados da SIC (Não Há Crise ?) na altura em que começaram a dar um videoclip da alforreca chamada José Castelo Branco. Não sei se vi mal, porque no início do clip ele diz/canta(?) qualquer coisa "...Chanel" e no fundo animado pareceu-me ver escrito "channel". A letra era num cursivo onde posso muito bem ter confundido o "N" e ter me parecido que eram dois. Mas se não me enganei é muito grave. Como é que a dita criatura, que apregoa aos quatro ventos "Chanel" a toda a hora, deixa que escrevam mal o nome da sua "amada" marca no seu próprio videoclip? Só se ele mesmo não sabe como se escreve, o que é bem provável...

Quanto ao videoclip em si, José Castelo Branco deve pensar que é Ru Paul nos anos 90! Mas nem lhe chega aos calcanhares... Ru Paul é uma das drag queens mais famosas e reconhecidas da cena nova-iorquina, a música do seu videoclip, Supermodel, era bem divertida, a letra era boa, pertinente para a época (das supermodels Linda Evangelista, Christy Turlington, Naomi Campbell, Claudia Schiffer e Cindy Crawford, entre outras) e era mesmo muito cool e superfashion, pois a produção do video foi cinco estrelas, como seria de esperar de um performer como ele. O da alforreca, acho que fica à escala do que ela tem andado a fazer nas televisões portuguesas nos últimos anos: medíocre.

Ru Paul - Supermodel (You Better Work)

02 junho 2008

Tive saudades disto...


The Beloved - Sweet Harmony

06 abril 2008

Charlton Heston put his vest on...


Stump - Charlton Heston

Morreu hoje...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

false

false