TV-CHILD É UMA DESIGNAÇÃO QUE SE PODE DAR À MINHA GERAÇÃO, QUE CRESCEU
A VER TV. ESTE BLOG É 90% SOBRE TV, 10% SOBRE OUTRAS COISAS.
Mostrar mensagens com a etiqueta magazines. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta magazines. Mostrar todas as mensagens

16 dezembro 2005

Fernsehen

Alemão deve ser das línguas que conheço a única que não usa a palavra "televisão" ou similares (television) para descrever o alvo do meu vício. Contudo quase que se limitaram, do mesmo modo que dobram tudo para alemão, a traduzir a palavra: fern=longe + sehen=ver.

Na semana que passou tive uma pequenina oportunidade de fazer um zapping pela televisão alemã, um pouco para ver o que se passa por lá. No geral apanhei notícias, talk-shows, muita TV-Shop e alguns concursos, nada que me chamasse a atenção. Um pouco por isso parei na ORF2 (canal Austríaco) num programa/documentário sobre as tradições da Áustria com um apresentador, a que rápidamente chamei "Pai Natal à civil", a deambular por montanhas e vales com pequenas casinhas típicas e, a cada 10 minutos, uma banda a tocar Blass Musik (=bandas típicas de música com instrumentos de sopro). Era bonitinho e mostrava, de certo modo o que, para um latino, será a região no mais tradicional. Por isso o programa, que para um alemão talvez fosse uma grandecíssima seca, para mim cumpriu a função de entreter por alguns minutos sem exigir muita concentração.

Mais tarde, falando com alemães, fiquei a saber que lá como cá passam as séries da moda (Desperate Housewives, Stargate, etc.) e alguns filmes de interesse. Como os meus interlocutores não são pessoas que vejam frequentemente televisão e também não lhes conheço bem os hábitos e gostos, não deu para perceber mais. Há uns valentes anos atrás, quando ainda não havia por cá nem canais privados nem TV por cabo ou satélite, a nossa RTP era bem melhor que a média das televisões alemãs. Hoje-em-dia parece-me que quase todas as televisões da Europa devem ser semelhantes fora as excepções causadas pelo gosto de cada país.

http://tv.orf.at/

13 novembro 2005

Diva

Ultimamente (quando digo ultimamente, digo nos últimos 6 meses a 1 ano) não tenho tido grande pachorra para o Herman, mas hoje, talvez porque o boneco estava lá, vi um bocadinho. Para minha surpresa a primeira convidada, para uma demasiado curta entrevista, era Marília Pêra, diva do teatro e televisão brasileiros, mas de origem portuguesa, qual Carmen Miranda, que já representou nos palcos.

Foi pena a entrevista ter sido um misto de "lambe-botismo" (melhor: "puxa-saquismo") e de muita pressa. Uma mulher como Marília Pêra, de certeza tem imensas coisas interessantes para contar, mas o que acabou por acontecer foi o Herman a tentar mostrar que fez (pelo menos desta vez) o trabalho de casa e a entrevista não fluiu. Ele contava os factos e as histórias dela e ela quase só se pode limitar a confirmar ou desmentir.

Marilia Pêra está em Portugal para representar a peça Mademoiselle Chanel que, apesar de contar a história de Coco Chanel, célebre estilista, foi escrita a pensar em Marília Pêra que é perfeita para o papel. Adoraria ver a peça, mas não é o tipo de peça barata e o mais provável é os bilhetes já terem esgotado para as "tias" que querem mostrar que têm cérebro e percebem de moda. Blaaargh!

Claro que conheço Marília Pêra das suas poucas participações em novelas e, até hoje a participação que, para mim, é mais memorável é na novela Brega e Chique (que está no meu top de novelas preferidas) em que fazia de milionária chique arruinada, Rafaela, e contracenava com Marco Nanini, o advogado do desaparecido marido. Toda a sua performance nessa novela e os seus monólogos impressionaram-me de tal forma que, desde aí, fui acompanhando, como pude, a sua carreira. Ela está no ar na novela Começar de Novo como Janis Doidona, uma hippie na reforma.

Para além das suas personagens extravagantes nas novelas, o que realmente impressiona nela é a sua fortíssima e muito magnética presença e postura. Marília Pêra é daquelas pessoas que tem uma fisionomia e expressividade impressionantes, que chamam a atenção só por estarem lá. Simpatizo imenso com a sua persona de actriz, espero um dia ter o prazer de a ver num palco.

http://www.imdb.com/name/nm0702479/

11 julho 2005

Cinefilia no feminino

Como cinéfila que sou adorei na emissão desta semana do Saia Justa ver e ouvir as meninas falar de frases famosas de filmes. O que mais me encantou foi ver que a escolha tanto de frases como de filmes foi inteligente e pouco agarrada a clichés. Márcia Tiburi escolheu "O Gatopardo" de Visconti, Mônica Waldvogel escolheu "Some Like It Hot" de Billy Wilder, Luana Piovani escolheu [ups, sinceramente não me lembro] e Betty Lago escolheu "Exterminador Implacável II". O resto das "lines" que passaram, foram baseadas numa escolha/eleição das melhores "lines" de sempre do cinema feita por um organismo em Hollywood, e passaram algumas das minhas preferidas como "Frankly, my dear, I don't give a damn!" de Rhett Butler a Scarlett O'Hara em "Gone With the Wind".

A escolha das meninas e alguns dos outros filmes de que falaram (Alien, Blade Runner) apresenta uma excelente lição a quem faz as escolhas de programação para o canal SIC-Mulher, onde só passam filmes lamechas, programas chatinhos ou melosos e se vêm poucos cérebros a funcionar. As mulheres não vivem num universo cor-de-rosa em que as únicas preocupações para além das óbvias (não vou dizer) são questões sociais ou afins. Nós também gostamos de divertimento fútil, de piadas idiotas, de "ajavardar" e de coisas ditas mais masculinas como filmes de acção e ficção-científica. Não há uma televisão "mais feminina" ou "mais masculina" o que queremos é opção de escolha e, sinceramente, haver necessidade de um canal chamado SIC-Mulher é tão deprimente com haver necessidade de haver um dia da mulher...

http://globosat.globo.com/gnt/

GNT
5ª, 16:30
2ª, 13:30

27 junho 2005

Falta de tempo para haver sumo

Tal como concursos, não sou muito fã de talk-shows. Para mim ficará para sempre no coração o formato americano na versão Arsenio Hall, que foi o talk-show que me pôs a ver talk-shows. [wou-wou-wuou!] Também vejo muito de vez em quando Late Night With Conan O'Brien ou o Jay Leno, mas nada que se compare ao Arsenio Hall!

Por isso mesmo o sucesso do programa da igualmente famosérrima Oprah Winfrey passa-me totalmente ao lado. Lembrei-me no outro dia de um dos poucos programas a que assisti do princípio ao fim (talvez o único em que aguentei). O tema era, se não me engano, o recente filme com Richard Gere e Jennifer Lopez, Shall We Dance?. Tratando-se de um remake de um mega-sucesso recente japonês é factor decisivo para me dar alergia e urticária se porventura pusesse os pés no cinema para ver o mesmo, só talvez o facto de conhecer os convidados (parece que de vez em quando o programa se dedica a anónimos) me fez ficar a ver.

A própria Oprah é simpática, acessível, parece a vizinha do lado, cheia de conselhos e ombro amigo a dar... Mas o pior é mesmo o formato!

Começa o programa [os diálogos que transcrevi livremente são apenas da Oprah]:
"Boa noite, sou a Oprah, bem-vindos, etc., etc... (...) hoje vamos ter como convidados Jennifer Lopez e Richard Gere, apresentando o seu novo filme!"

INTERVALO
"Então um aplauso para a nossa convidada de hoje: Jennifer Lopez! (...) Olá Jennifer! Estás muito elegante! O cão, o gato, o piriquito, estão todos bem?"
Jennifer cumprimenta de volta e responde.
"Como foi fazer o filme?"
Jennifer começa a responder com frases feitas.
"Agora vamos interromper, voltamos já"
INTERVALO
"Agora um aplauso para o nosso outro convidado! Richard Gere! (...) Olá Richard, bem-vindo de volta ao programa, o cão, o gato, o piriquito, estão todos bem?"
Richard cumprimenta, faz uma pausa entre os gritinhos histéricos da plateia 100% feminina, e responde.
"Então foi bom dançar com a Jennifer no filme?"
Richard responde com frases feitas (gritinhos histéricos da plateia, cada vez que abre a boca).
"Vamos fazer mais um pequeno intervalo, voltamos já!"
INTERVALO
"Olá, estamos com Jennifer Lopez e Richard Gere que nos trouxeram um excerto do filme em que contracenam (...)"
Vemos um excerto do filme.
"Não saiam dos seus lugares voltamos já com Richard Gere e Jennifer Lopez."
INTERVALO
"Olá, estivemos com Jennifer Lopez e Richard Gere, que nos trouxeram o seu último filme, Shall We Dance? (...) Tive muito gosto em estar convosco aqui, cumprimentos lá em casa!"
Richard e Jennifer saem sorrindo e acenando para a plateia.
"Boa noite, até amanhã!"
Fim do programa.

Espremido, espremido... com tanto intervalo e repetição de cumprimentos e frases feitas só ficámos a saber que Richard Gere e Jennifer Lopez contracenam e dançam juntos num filme chamado Shall We Dance?, que são ambos amigos íntimos [?] de Oprah Winfrey e que o público do programa é um rebanho de mulheres (com ar de dona-de-casa americana) histéricas.

O que nos safa, no meio disto tudo, é que os intervalos comerciais da SIC-Mulher são menos e menores que os americanos e não temos de aturar 10 minutos de publicidade entre tão pouco programa como nas novelas em horário nobre na casa-mãe da SIC.

Deve ser programa para americano ver... alguém me consegue explicar a razão para tanto sucesso? Eu nem quero experimentar em ver mais que segundos daqueles episódios com temáticas lamechas! Acho que tinha de ter um alguidar para amparar o vómito e me tinham de levar para o hospital desidratada!

http://www2.oprah.com/index.jhtml

SIC-Mulher
2ª-6ª, 08:00, 14:00, 19:00, 00:00
sáb., 13:30, 20:00
dom., 10:00

23 maio 2005

Mais uma Saia Justa

Com o recomeço do fantástico talk show do GNT, Saia Justa, tive uma necessidade enorme de escrever para lá, aqui fica o que enviei às meninas:

"Apesar das saudades que me deixaram Marisa Orth, Fernanda Young, Marina Lima e Rita Lee, é com todo o prazer que vejo regressar a nova Saia Justa ao GNT em Portugal!

Envio aqui os meus votos a cada uma das meninas:
Mônica, bem-vinda de volta, conto com o seu bom senso para continuar a ser um programa fantástico.
Betty Lago, sou sua fã desde a novela Quatro por Quatro até dei o nome de Bibi à minha gata mais velha. É com enorme satisfação que tenho a possibilidade de conhecer melhor o seu lado pessoal.
Luana Piovani, apesar de (também) ser uma modelo que se tornou actriz, desde que a vi pela primeira vez na minissérie Sex Appeal que fiquei fascinada, mas acho que a sua vocação é a comédia. Aliás, actores que fazem bem comédia só podem ser pessoas inteligentes (isto também se aplica à Betty).
Márcia Tiburi, não a conheço nem sei o que faz fora do programa, mas seja muito bem-vinda a entrar também pela minha sala.

Amei o cenário novo, é muito exótico e invulgar e, apesar de ficar sempre alguém de costas, achei super aconchegante e eficaz.

Beijinhos a todas!"

http://globosat.globo.com/gnt/programas/programa_new.asp?gid=51

GNT
5ª, 16:30
2ª, 13:30

16 abril 2005

Changing Rooms vs. Querido, mudei a casa!

Há mais ou menos cerca de um ano fiquei completamente viciada no programa de decoração da BBC "Changing Rooms". Entretanto a moda pegou e a proliferação de programas do género, primeiro na BBC Prime e mais tarde a sua repetição no People + Arts geraram um sósia no canal nacional SIC Mulher, o "Querido, mudei a casa!".
Não querendo só dizer mal de programas nacionais eu fiz um esforço para gostar do programa, mas é-me impossível. Resolvi fazer uma lista comparativa de ambos os programas para me justificar.

O título
Changing Rooms [CR]
É simples e indica com clareza o objectivo do programa.


Querido, mudei a casa! [QMC]
Um bocado comprido, um bocado sexista também. Parece que só as mulheres é que tratam destas coisas o que o próprio programa tem vindo provar ser o contrário.

Apresentador/a
CR
A primeira apresentadora, Carol Smillie, é uma clássica apresentadora popular que toda a gente conhece (em Inglaterra, claro). É informal e está à vontade. Ajuda esforçadamente os concorrentes.
O segundo apresentador, Laurence Llewelyn Bowen, é o típico designer extravagante, mas como é engraçado, irónico e desenha lindamente, ajudando a melhorar as decorações acaba sendo divertido.

QMC
Sofia Carvalho é mole e um bocado sonsa, não gera empatia e tem atitudes mariquinhas irritantes. Não produz nada de significativo. Não é divertida.

Formato
CR
2 famílias, em geral vizinhas, decoram, com a ajuda de um designer de interiores e alguns amigos, divisões nas casas inversas. Como ajudante fixo têm o carpinteiro faz-tudo, Handy Andy. O espectador vê a divisão a ser decorada com direito a imprevistos e noitadas.

QMC
O candidato escreve para o programa a pedir redecoração de uma divisão. A equipe vem fornecida de designer de interiores e profissionais técnicos (pintores, carpinteiros, etc. ) que fazem tudo fora do écran. O espectador não vê nada a ser feito. Não sei porquê há uma rúbrica que acaba por ser sómente publicidade a uma loja de decoração para encher tempo de programação.

Designers
CR
A minha opinião sobre os designers varia, há alguns que em geral detesto o que fazem, (Anna Ryder Richardson, Laura McCree) mas que como personagens televisivas acabam sendo engraçados e há três (Oliver Heath, Gordon Whistance, Linda Barker), que são os meus favoritos, que costumam acertar (no meu gosto) sempre e fazer divisões habitáveis.

QMC
Ainda não vi nenhum programa de que gostasse do resultado, em que achasse que as divisões eram habitáveis e que houvesse ideias originais, criativas sem serem pré-formatadas a tendências demasiado batidas de design muito "fashion".

Peças e preços
CR
Muitas das peças são fabricadas em MDF na altura (não percebo a predilecção por MDF dos ingleses) ou então são usados materiais antigos (não forçosamente das instalações) e reciclados. Não há publicidade descarada, mas ficamos a saber, de forma genérica quanto custaram algumas das peças mais relevantes e o preço geral da divisão, eles têm de cumprir um orçamento.

QMC
A pouca reSIClagem que é feita acaba sendo pintar mobília já existente nas divisões. Há demasiada publicidade às marcas, desde product placement até à própria indicação no final. Mas preços/orçamentos, não há rigorosamente nada e, convenhamos é a maior preocupação do consumidor geral.

Resultados
CR
Como já disse depende muito do designer. Os ingleses adoram amarelo e cor-de-rosa (vá se lá saber porquê?!), mas no geral têm uma preocupação em não usar tons saturados ou primários e preocupam-se sempre com pormenores como flores, plantas ou velinhas. Nem sempre respeitam as indicações dos donos. As "peças de arte" que fabricam costumam ser, no mínimo, interessantes, nem que seja para aprender truques e técnicas.

QMC
É sempre a parede de uma cor viva ou o papel de parede da moda (carooo!). Dá-me a sensação que, apesar de a permissa do programa se adequar mais a isso, não há uma preocupação com o cliente, mas sim com o que se mostra no programa. Como não vemos ninguém a fazer nada nem para aprender truques costuma servir. É demasiado pretensioso!

Música
CR
Música composta para o programa, nada de extraordinário, mas fácilmente identificável.

QMC
Hip-hop ou Drum & Base da moda demasiado presente, chega a ser irritante.

http://www.bbc.co.uk/homes/tv_and_radio/cr_index.shtml
http://mulher.sapo.pt/sic/XtD8

Changing Rooms
People + Arts
5ª, 20:00, 23:00 (há mais horários)

Querido, mudei a casa!
SIC Mulher
3ª, 22:00 (há mais horários)

13 dezembro 2004

Eu gosto da Júlia Pinheiro!

Júlia Pinheiro é daquelas pessoas sobre quem invariavelmente acabo por discutir. Não percebo a embirração que muita gente, inclusive amigos meus, tem por ela que acaba na frase: "... com aquela voz, impossível!".

Desculpem mas a senhora não tem culpa, podia ter sido bem pior! Em contrapartida acho que ela tem um rol de qualidades de fazer inveja a muito bom português e não só!


Muita gente pode discordar mas estes elementos fazem dela uma excelente apresentadora de televisão, ainda me lembro do tempo em que eu via o SIC 10 Horas somente pelo facto de ser ela a apresentar. Era lindo quando ela falava ao telefone com os populares que ligavam pelos passatempos e lhes invejava os almoços, principalmente a galinha de cabidela. Enfim, Júlia Pinheiro fez com que eu visse um programa da manhã!

PS: hoje senti o tremor de terra, acho que foi o mais forte que senti em Portugal!
É inteligente, dotada de um excelente sentido de humor, acessível, bem disposta, tem boa presença em televisão, é discreta, não é pretenciosa nem arrogante, sabe falar com todo o tipo de pessoas sem preconceitos e veste-se muitíssimo bem!

04 dezembro 2004

GNT

O canal da TV Cabo, GNT, apresenta uma das melhores gamas de magazines na nossa rede de TV.

Eu não costumo ter muita paciência para magazines, mas os do GNT cativaram-me quase a 100%!

O primeiro a "fazer estragos" foi o Saia Justa. São quatro mulheres, conhecidas (não tanto em Portugal), desinibidas que falam de tudo um pouco, desde política a puns (sim, conversa escatológica) com imenso humor e muito desprendimento. Comecei a ver ainda com a Rita Lee, que junto com Marisa Orth (a Magda do Sai de Baixo) eram as únicas que conhecia. As outras duas são Mônica Waldvogel, jornalista e Fernanda Young, argumentista de séries de televisão de humor. Muito de vez em quando levam convidadas (só mulheres) e em cada programa há mais que um tema, sendo pelo menos um a despertar o interesse. Recentemente Rita Lee teve de abandonar o programa e a recém-chegada, depois de um "casting" em que a cada semana ia uma convidada diferente, é Marina Lima, importante compositora de música brasileira. No conjunto nenhuma delas tem a preocupação de ser políticamente correcta, sendo Mônica uma espécie de "mãe" do programa, Marisa a mais desinibida, Marina a sossegada (engraçado que Rita Lee também era bastante calada e tímida) e Fernanda a "rebelde".

Das entrevistas de Marília Gabriela já muita gente ouviu falar, são sempre muito boas e nada cansativas, o único problema é quando não conhecemos o convidado ou não estamos por dentro dos assuntos da sociedade brasileira, que acaba por ser quase 50% dos casos.

O GNT Fashion é o melhor programa de moda que já vi, incluindo Fashion TV, MTV, SIC Mulher e tudo o mais que tenha passado moda na TV. Lillian Pacce, a apresentadora, é simples e discreta, sem petulâncias e fala um excelente francês e inglês (coisa rara em brasileiros), tem imensas reportagens internacionais como deve ser, com os nomes importantes do momento e a moda brasileira é muito criativa, interessante e usável!

Mesa Pra Dois é extremamente original como programa de culinária. No estúdio, com uma decoração minimalisata linda!, somos recebidos por Alex Atala, jovem cozinheiro, cheio de charme que nos ensina passos básicos e saborosos. Apesar de apresentar todo o tipo de pratos, não ensina a cozinhá-los passo-a-passo mas sim que existem métodos básicos e as variações criativas possíveis a partir dessas bases. A outra metade do programa é feita por Flávia Quaresma no exterior que, consoante o tema do programa tanto vai às brenhas da Amazónia ver métodos de confecção tradicionais, como vai a restaurantes de luxo provar pratos famosos.

Ao fim-de-semana viciei-me num concurso (costumo detestar concursos), o Video Game em que a famosa Angélica convida, em equipes rivais, estrelas das telenovelas ou séries de televisão a competir num programa cheio de "micos" e bom espírito de camaradagem que no final doam cestas básicas a instituições de solidariedade. O concurso é baseado em trivia da TV Globo e muito divertido.

Aos domingos é a Armação Ilimitada, mas para falar do Lula, Juba, Bacana, Zelda e Ronalda preciso de um post inteirinho.

http://www.gnt.com.br
http://www.gnt.pt (programação)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

false

false