TV-CHILD É UMA DESIGNAÇÃO QUE SE PODE DAR À MINHA GERAÇÃO, QUE CRESCEU
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10 junho 2011

Vodafone ganha mais pontos!

Sereia Chaves

Ao longo deste blog a Vodafone tem sido provavelmente a companhia mais repetente nas etiquetas YouTube e intervalo. Ultimamente têm andado sossegados, ou com publicidades pouco marcantes, mas esta, para além de um conceito brilhante, tem HUMOR!

Adoro como Soraia Chaves brinca com a sua imagem, não se encheu de pudores para fazer esta publicidade e gosto muito de toda a produção que manteve a ideia simples e portanto eficaz! Para além disso, tenho um fraquinho por sereias...

Mais uma vez: parabéns à Vodafone por se rodear de bons criativos!

29 maio 2011

Mini Darth Vader


Este vídeo já circula na net há MESES, mas agora que anda a passar nos canais de TV nacionais, não podia deixar de o colocar aqui! Já chega de comentários, o vídeo fala por si: DELICIOSO!

27 maio 2011

Novamente na Lua

Foi com todo o prazer do mundo que soube hoje que a minha série de televisão preferida vai voltar às antenas (?) portuguesas já a partir de 2ª feira, dia 30 de Maio, na RTP Memória!

Falo de Espaço: 1999 (Space: 1999), a série icónica em que a Lua foi p'ró espaço, a dos uniformes com as mangas coloridas e calças à boca-de-sino, do Comandante Koenig (maravilhoso Martin Landau), da Drª. Helena Russel (Barbara Bain), dos Águias, dos commlocks, da decoração futurista em branco e da Maya (2ª série)!

É a 4ª reposição em canais portugueses (sem contar com o Agora Escolha), relativamente pouco tempo depois da 3ª, na SIC-Radical. HERE WE GO!



ESPAÇO: 1999 - RTP Memória

01 maio 2011

Casório Real


Há 30 anos atrás assisti ao casamento de Charles e Diana na TV, o que me foi permitido ver. Lembro-me da minha prima entusiasmada a trazer merchandising do mais piroso que há de Londres e a contar, excitada, a febre do casamento real.

Desta vez não vi merchandising ao vivo mas, graças à BBC Entertainment pude assistir ao casamento real de Wills e Kate do princípio, da chegada dos convidados menos ilustres à Abadia de Westminster (os primeiros a chegar) até ao beijo dos noivos na varanda de Buckingham Palace. Tim-tim por tim-tim!


Gostei. Gostei muito! Tudo neste casamento foi extremamente bem pensado, tendo em conta todos os factores adversos: Kate ser plebeia, a realeza britânica já não ter a popularidade e imagem imaculada que tinha, a descontração a que os tempos modernos obrigam, a crise económica mundial.

Claro que houve pompa e circunstância, se não houvesse não seria um casamento de um membro tão importante da casa real britânica. Wills é o 2º pretendente à coroa e a realeza britânica é provavelmente a mais popular no mundo inteiro, para além de os ingleses, mesmo queixando-se, adorarem todo este espectáculo. A fotografia oficial do noivado é de Mario Testino, um dos melhores fotógrafos de moda do mundo, a igreja foi decorada com árvores (áceres) em vez de arranjos de flores que iriam inevitavelmente parar ao lixo, o vestido, embora extremamente sóbrio, foi desenhado por Sarah Burton, para a Casa McQueen, a ex-assistente de Alexander McQueen e a actual designer principal. Dentro do protocolo todos pareciam à vontade, principalmente o Príncipe Harry que estava claramente a meter-se com o irmão e com o avô e outros parentes durante a cerimónia, até os acenos robóticos de Lady Di foram substituídos por uns acenos mais leves e sinceros de Kate e por vezes até esfuziantes de Wills. São Pedro enviou o granizo para Benfica e os noivos puderam desfilar no Landau descapotável em vez do coche que ficou para  Rainha. O beijo, embora discreto, foi natural, e melhor: houve dois! Por fim os três aviões da II Guerra Mundial, um Lancaster, um Spitfire e um Hurricane, aviões com 60 anos, a saudar o casamento e os noivos foi maravilhoso! Sempre gostei muito do Spitfire, vi um exemplar pendurado no Museu da Ciência em Londres (é pequenino!) mas nunca pensei em ver um a voar, mesmo que na televisão! Fantástico!!


Nem me passou pela cabeça ver o casamento pelos canais nacionais tendo acesso à BBC. Toda a filmagem foi muito equilibrada, nada chata, câmaras por todo o lado, sendo as da igreja controladas por controle remoto, viu-se tudo o que interessava no momento em que interessava, os comentadores eram gente que sabia extremamente bem do que estava a falar, não houve disparates e até foi bem simpático e divertido, especialmente as entrevistas de Fearn Cotton, uma locutora de rádio inglesa muito popular, às pessoas que aguardavam o beijo real.

E às 13h30, à hora de ir almoçar, estava tudo despachado!

17 março 2011

*WAN

GLEE, 2ª série, episódio de Natal. Ouvem-se os primeiros acordes de Last Christmas e Rachel diz a Finn que essa é a sua canção de Natal preferida, dos WAN!

Credo! O tradutor(a) deste episódios deve ser mesmo mesmo mesmo mesmo mesmo muito novinho/a e nunca ter comemorado o Natal, para não saber que existia uma banda algo pirosa nos anos 80 chamada Wham!, que criou este super-êxito-natalício-de-centro-comercial. Não, essa pessoa passou ANOS enfiada numa redoma e escapou à tortura natalícia consumista dos tempos modernos! Como??? Gostava muito de saber!

Wham!

08 março 2011

5 gajos bons 2011

Desta vez um bocadinho atrasada, mas para anti-comemorar o dia da mulher cá vão os 5 gajos bons da nossa TV deste ano. Como ando a ver relativamente pouca TV, há uma série repetida, bastante sangue italiano, mas eles são giros na mesma!

1. David Tennant
Continua a ser o meu campeão, continua lindo apesar de já não estar a fazer o Doctor Who, mas a série continua a passar nos ecrãs em Portugal, tal como no Syfy.




2. Milo Ventimiglia
Já tinha babado para o moço em Gilmore Girls, mas em Heroes, com maior protagonismo (= mais horas no ecrã) como Peter Petrelli e mais maduro já dá para engarrafar a baba...




3. Gary Sinise
Este senhor continua a espalhar carisma no C.S.I NY e eu continuo a cair para o lado com aquele olhar. Pontos para Sinise, sim senhor!





4. Patrick Dempsey
Não vejo Grey's Anatomy (demasiado série de gajas para o meu gosto) mas de vez em quando, num zapping ou outro, lá babo um bocadinho para Patrick Dempsey que merece!




5. Carmine Giovinazzo
O segundo estreante desta lista, mas que já me tem chamado a atenção há uns aninhos como Danny Messer em C.S.I. NY. Acaba sempre um pouco ofuscado pelo Gary Sinise, mas não deixa de ser um jeitoso!

28 fevereiro 2011

*luxúria

A primeira vez que ouvi esta palavra mal utilizada foi quando a irmã do moço que matou o Carlos Castro se referia ao estilo de vida que ambos levariam em Nova Iorque. Dadas as circunstâncias, o significado real encaixava e deixei passar. Mais recentemente, na legendagem de Kochi Kame (uma série de anime a dar no canal Animax) apanhei o mesmo mal-entendido.

O que acontece é que as ditas pessoas, para se referirem a excesso de luxo, têm empregue a palavra luxúria, mas pelos vistos não frequentaram a catequese (eu não frequentei e sei!) e não decoraram os sete pecados mortais! Luxúria é sensualidade, lascívia, no sentido mais erótico e sexual que se possa pensar; luxo, por sua vez, é ostentação, é excesso.

No primeiro caso, teria de perguntar à moça a que se queria realmente referir quando empregou diversas vezes a palavra luxúria, enchendo muito a boca (a luxúria realmente pode encher muito a boca...). Mas no segundo caso, em que a personagem se referia a uma vida de luxo, a palavra luxúria está realmente muito mal empregue, até porque, mesmo que por vezes seja atrevida, Kochi Kame não é suposto ter uma conotação sexual ou erótica forte.

luxúria
luxo

83 Oscars (aborrecidos)

Este ano não estou com grande paciência para longos posts acerca dos Oscars, talvez por terem sido bastante aborrecidos e previsíveis, sem grandes momentos de emoção.

Hilary Swank em Gucci, Helen Mirren em Vivienne Westwood
e Natalie Portman em Rodarte

Concentrando-me na passadeira vermelha, este ano foi mais interessante que nos anteriores, uma vez que houve algumas mudanças nas tendências. Muito vestido de manguinha curta, poucas jóias, muito rabo-de-cavalo, muito azul, lindíssimo azul, tafetás e brilhos. No geral achei todos os vestidos que vi muito interessantes, excepto o da Nicole Kidman, mas no caso dela acho que nem era bem o vestido, era geral. Ela estava com um ar miserável, de quem tentou disfarçar com maquilhagem. Infelizmente Nicole Kidman perdeu toda a frescura que tinha com maquilhagens exageradas e abandonando os seus fabulosos caracóis ruivos. Mas é lá com ela, deve achar-se bonita assim... Apesar de aparentemente ter feito sucesso nas comunidades fashionistas, também não apreciei muito do vestido de Cate Blanchett apesar de ela o vestir fabulosamente bem! Os meus favoritos da noite foram Hilary Swank, com um vestido brutal cinzento claro, num degradé de lantejoulas e cristais para plumas de avestruz, de Helen Mirren, num tafetá cinzento escuro magnífico, com uns ombros bem interessantes e Natalie Portman, fantástica num drapeado cor de vinho. Quem diz que é difícil vestir grávidas?? Em geral acertam sempre nestas coisas. Aliás AMEI o vestido de Portman nos Golden Globes! Gostei do dourado de Gwyneth Paltrow, do assimétrico da mulher de Mark Ruffalo, dos vermelhos de Scarlet Johansen e Sandra Bullock, do vestidinho de princesa de Hailee Steinfeld e da liga com a Union Jack de Helena Bonham-Carter (ela tinha ameaçado ir embrulhada numa Union Jack!). Nos homens: laços. Gostei especialmente do de riscas preto e branco de Coppola.

Ganhou Alice no guarda-roupa, de Coleen Atwood (merecido! mas previsível); Christian Bale, em The Fighter (dispensava o barbum, mas ele merece!); Natalie Portman, em Black Swan (yaaaaaaYYY Natalie!!!) e Colin Firth, em The King's Speech (merecia mais o ano passado mas continua a ser mais que justo!). Torci por todos eles, todos venceram. Houve a f-word pela PRIMEIRA vez nos Oscars (heheee, Melissa Leo!), Florence Welch dos Florence and the Machine, e Gwyneth Paltrow cantou!

James Franco não serve para estas andanças, Anne Hathaway é fabulosa e, dentro do possível, foi ela quem aguentou a apresentação da cerimónia. Kirk Douglas ainda rula! Vivam os velhotes de Hollywood!!

Oscar

__________
ERRATA: O vestido de Helen Mirren não é Fitriani, fui induzida em erro pelo próprio site dos Oscars, mas no FaceBook de Vivienne Westwood vem que é Vivienne Westwood Couture, o que faz todo o sentido, é bem coisa para sair das mãos de Vivienne!

26 fevereiro 2011

*corpete

Mas o que é que a palavra corpete tem de errado? Tudo, quando o que foi dito no original foi corsage!

Basicamente quem traduziu tal disparate nunca deve ter visto um filme de adolescentes/escola secundária norte-americano na vida!!! Gostava de saber em que redoma viveu! O disparate aconteceu sim num filme de adolescentes, chamado qualquer coisa como Revolta! (é com o Jeff Bridges e não lá muito mau).

Corsage realmente pode ser corpete (o termo mais utilizado é corset), mas no caso concreto é o ramalhete de flores que as meninas norte-americanas levam no pulso, oferecido pelo seu par, para os bailes de finalistas. E era esse mesmo o caso! Nem sequer imagino um adolescente oferecer ao seu par no baile um corpete em público! (HA HA HA HA HA!) Se o erro aparecesse uma só vez, até poderia ser uma branca ou distracção do tradutor(a), mas não, ao longo do filme fala-se no assunto umas 3 ou 4 vezes e foi sempre traduzido por... corpete!

corsage
ramalhete
corpete

20 fevereiro 2011

Ninguém dorme!

Gosto do formato do Portugal Tem Talento, mas, caramba!, já chega de Nessun Dormas! É verdade que foi a canção/ária que colocou Paul Potts no mapa, no programa gémeo britânico, mas há muitíssimas mais árias para tenores, igualmente românticas e dramáticas para tentar impressionar o júri! Aliás é o que mais há... Só eu, que não tenho visto o programa com atenção, já contei dois a cantá-la. Achei mais piada ao que cantou a Granada. Pelo menos foi original.

Mas gosto de o programa ser informal, de parecerem as audições na Sociedade Recreativa lá da terrinha, de a Bárbara Guimarães parecer uma pessoa e não um autómato. É um programa ligeiro de variedades, bom para um domingo à noite.

Portugal Tem Talento

03 fevereiro 2011

Cisnes e sapatilhas


Se há filme que poderia ser a sequência ou o remake mais distorcido da história do cinema de The Red Shoes é Black Swan! Antes de ver Black Swan já desconfiava, os sinais estavam lá todos, o que não sabia é que o patamar de qualidade é equivalente, com uma visão moderna do tema, de filmar, de ver.

Os paralelismos são mais que os óbvios: ambos os filmes utilizam a metáfora de um conto de fadas, transposto para bailado (se bem que as origens de ambas as histórias são bem diferentes) para recontarem o que a metáfora original propunha ensinar. Também é sabido que os contos de fadas são uma forma económica de dar às crianças lições de vida, portanto, neste tema fico-me por aqui. Depois há o tema comum, o mundo cruel do ballet como microcosmos de escolhas de vida. A obsessão das protagonistas com o ballet, o desfecho a que as leva a obsessão. O grafismo promocional semelhante, simples, de cores planas, directo na abordagem e com uma estética parecida, variando na escolha das cores, naturalmente. E por fim no modo de filmar.

Aronofsky é mais arrojado, moderno, claustrofóbico, mas Michael Powell e Emeric Pressburger, quando a narrativa assim o exigia, também o foram em Red Shoes. Há planos e cenas em The Red Shoes de uma inquietude em tudo semelhante a Black Swan e notei várias "citações" ao filme de Powell e Pressburger enquanto via o filme. Apenas numa coisa divergem, Red Shoes é mais lento no desenrolar, e o próprio tempo da história se estende muito mais que em Black Swan. Em The Red Shoes passam-se anos em Black Swan, meses. Black Swan também se concentra mais na personagem de Nina, como se de uma grande angular colada a ela se tratasse, é talvez o seu salto para a modernidade. The Red Shoes "mostra" mais, é mais descritivo, não deixando de ser tão intenso e emocional como Black Swan.

Outro paralelismo engraçado é o facto de The Red Shoes ser um dos mais belos exemplos do technicolor e de Black Swan, para além de a cor ainda ser tratada pela empresa Technicolor, ter sido visto por mim em cópia digital, límpida, impecável, de ser um exemplo a seguir do bom uso para uma cópia digital...

O certo é que Aronofsky deve ter visto The Red Shoes vezes sem conta, e, para mim, esta é uma sentida e merecida homenagem a um dos meus filmes preferidos de sempre... e mais que à altura!! A-DO-REI!

The Red Shoes (IMDB)
Black Swan

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31 janeiro 2011

You Only Live Twice, or so it seems...



You Only Live Twice - John Barry, cantada por Nancy Sinatra
o raio do YouTube não me deixa fazer embed do vídeo

É com enorme tristeza que assinalo a morte do grande John Barry, o eterno compositor das maravilhosas bandas-sonoras dos filmes de James Bond. You Only Live Twice é uma das minhas favoritas e fica aqui como desejo para John Barry.

BBC Archive - James Bond - For Your Ears Only

27 janeiro 2011

Pausa para almoço

13h30, dia de semana, sintonizo o MOV (HD - tenho de aproveitar o ecrã panorâmico), mais um episódio de Heroes. Pois é! Estou finalmente a ver Heroes!! Para uma fã de ficção-científica como eu, até parece pecado ainda não ter visto a série! E estou a gostar... bastante! É agora a minha telenovela da hora do almoço...


É certo que não tem os diálogos acutilantes de Doctor Who ou mesmo de Sherlock (sim sou completamente tendenciosa e a ficção televisiva britânica é provavelmente a melhor do mundo) mas a premissa é fabulosa, lembra muito certas premissas de séries de anime, de gente normal com super poderes. Sim, e também já está muito visto em X-Men, que é naturalmente a primeira comparação que vem à cabeça quando se fala em Heroes, mas não vale a pena comparar, Heroes vive por si só e merece o êxito que tem tido.

Ainda estou no princípio-princípio, portanto não sei o que provavelmente já toda a gente sabe (consegui manter-me longe de spoilers) mas até agora gosto de todos os Heroes, até mesmo os "vilões". A série tem aquele lado soturno-misterioso de narrativa desconstruída, que se tem tornado muito popular ultimamente nas séries norte-americanas, mas que até agora só contribuiu para afiar a curiosidade. Acho piada ao japonês se chamar Hiro, que para um japonês soa exactamente igual à palavra hero! Mas quem realmente merece o meu destaque é Milo Ventimiglia, Peter Petrelli na série, que já conhecia como Jesse em Gilmore Girls e que é BOOOM (apesar de baixinho...) !!!

Ui! Está quase na hora!

Heroes

Não achei necessário fazer novo post para isto, mas Heroes está CHEIO de referências à BD, ficção-científica, e outras fontes de inspiração óbvias. Passo a enumerar algumas das que reparei:
  • o pai de Hiro é nada mais que o Mr. Sulu, ou melhor George Takei, o actor que interpretou Mr. Sulu em Star Trek;
  • a matrícula do carro do pai de Hiro é NCC 1701, soa familiar?;
  • o 9th Doctor é um dos "heroes", bom, Christopher Eccleston, o actor que interpretou o 9th Doctor em Doctor Who, faz de "herói invisível";
  • Stan Lee faz mais uma das suas pequenas participações, como condutor do autocarro que Hiro apanha para Las Vegas;
  • Malcolm MacDowell faz de mega-vilão, Mr. Linderman;
  • já para não falar, mas aí o percurso foi inverso, que Sylar (Zachary Quinto) é o novo Mr. Spock!
  • Quinn Fabray a fazer de... Quinn Fabray! (antes do GLEE)

Se topar mais alguns com interesse, eu acrescentarei a esta lista.

22 janeiro 2011

Sexy boy

AXE Excite

A AXE tem uma tradição de boas publicidades, mas já há alguns aninhos que não faziam uma tão boa! A conjugação é perfeita: anjos, Itália (só podia ser em Itália), vespas, bons efeitos especiais, bonita "paisagem", e sim, uma versão "coro angelical" de Sexy Boy dos AIR, simplesmente uma das minhas músicas preferidas! DIVIRTAM-SE!!

17 janeiro 2011

Loira completamente BURRA!

Brittany S. Pierce

Estou com Joss Whedon nesta: Brittany é a personagem mais fixe de Glee! A partir do momento que o grande trauma da vida dela é se chamar Brittany S. Pierce e por causa disso viver na sombra da Britney Spears...

Brittany fala pouco, mas sempre que abre a boca, de lá saem pérolas de sabedoria semelhante:
So, Hairography. It works best when you pretend like you're getting tasered. So you just move your head around and pretend like you're spazzing and stuff. You guys, it's like cool epilepsy.
Portanto, Cabelografia. Funciona melhor quando finges que estás a apanhar um choque. Portanto mexes a cabeça e finges como se estás a ter um ataque e assim. Pessoal, é como epilepsia fixe.

Sometimes I forget my middle name.
Às vezes esqueço-me do meu nome do meio.

Did you know that dolphins are just gay sharks?
Sabias que os golfinhos são apenas tubarões bichas?

I'm pretty sure my cat has been reading my diary.
Tenho a certeza que o meu gato anda a ler o meu diário.

This room looks like the one on that spaceship where I got probed.
Esta sala parece-se com aquela na nave espacial onde fui sondada. [no dentista pela primeira vez na vida]
Mas, tenho mesmo uma relação complicada com pop-pastilha-elástica, nem o Glee conseguiu salvar as canções de Britney Spears e definitivimente a única que escapa é Toxic (dessa eu gosto!).

Glee

11 janeiro 2011

Júlia Pinheiro X Fátima Lopes


Já fiz aqui um elogio à Júlia Pinheiro, não me vou alargar com isso, o certo é, gosto da Júlia Pinheiro, detesto a Fátima Lopes. Mas o que nunca aqui escrevi são as razões porque detesto a Fátima Lopes. Acho-a sonsa, lamechas, pretensiosa, falsa, irritante e palerma. Chega?

Achei curioso o que se passou nas últimas semanas com estas duas apresentadoras. Primeiro percebi que a Fátima Lopes foi parar à TVI (por aqui se percebe o quanto eu vejo estes programas) e pensei: "finalmente ela está num canal a condizer com ela.", sendo a TVI um canal que vive de expedientes como reality shows. Depois vejo o anúncio do regresso de Júlia Pinheiro à SIC e pensei: "volta Júlia, que estás perdoada!", pois a SIC, sendo um canal mais descontraído, proporciona-se mais ao bom humor com uma pitada de irreverência de Júlia Pinheiro.

Resumindo, a única vez na minha vida que segui fielmente algum desses programas de variedades para entreter donas-de-casa, foi quando a Júlia Pinheiro apresentava o SIC 10 Horas. Ao contrário da grande maioria desses programas (e foi um dos primeiros) era um programa tudo menos lamechas, não vivia de explorar os desgraçadinhos e ainda incentivava de uma forma positiva o artesanato, ilustres desconhecidos com histórias interessantes para contar e pessoas com actividades criativas. Sim, tinha um cariz popular, mas desses programas quer-se isso, conteúdos para o povo. O que nunca suportei nos programas da Fátima Lopes, e por acréscimo da Rita Ferro Rodrigues e tais, é a exploração constante das tricas, do falar da vida dos outros, das desgraças alheias de uma forma que a única ajuda que em geral sai desses programas é meramente material. Existe o velho e conhecido ditado que "o dinheiro não trás felicidade" (mas ajuda). Não será mais construtivo ensinar as pessoas a melhorar as suas vidas em vez de lhes oferecerem electrodomésticos? Na grande maioria dos casos o que essas pessoas precisam é de saírem da ignorância em que a nossa sociedade de "gente-que-nasce-ensinada" as coloca.

27 dezembro 2010

Um génio que deu um salto no tempo

A-D-O-R-E-I o Sherlock! Ver o primeiro episódio fez-me pensar, tal como nos tempos de Sherlock Holmes com Jeremy Brett, porque raio é que nunca li os livros de Conan Doyle??? Adoro o raciocínio genial, adoro toda aquela agilidade mental e, neste caso também física, adorei toda a contextualização moderna, de partilharem o flat em Londres (sejamos realistas, só mesmo alguém que recebeu uma gorda herança poderia dar-se ao luxo de um apartamento em London W1), dos gadgets electrónicos, da guerra do Afeganistão (e Irão), dos media, das bocas gay, do serial killer. Apesar de não ter lido os livros, creio mesmo que Sir Conan Doyle teria feito algo semelhante se fosse nosso contemporâneo.

Sherlock é um série policial madura e divertida, com diálogos maravilhosos como realmente só os ingleses (aham, escoceses - Steven Moffat) sabem fazer, une a genialidade do original de Conan Doyle,  do raciocínio lógico, com a modernidade das séries policiais tipo C.S.I., que não são mais que herdeiras de Sherlock Holmes. Adorei as palavrinhas e gráficos que por vezes invadem o ecrã ("wrong!"), são suficientemente subtis para não perturbarem ou interromperem o resto. Também adorei o Dr. Watson e a sua improvável mas desejada parceria com Sherlock. Agora sim percebo porque meio Reino Unido ficou cheio de pena por serem apenas 3 episódios... felizmente vêm aí mais com o novo ano!

E ainda não ouvimos Sherlock a tocar violino...

Sherlock


PS - ainda não vi The Pillars of the Earth

26 dezembro 2010

Agenda TV para hoje

Duas séries bastante esperadas por mim estreiam hoje quase ao mesmo tempo:

Sherlock, por Steven Moffat e Mark Gatiss, RTP2 - 22:32
A adaptação para a modernidade, em três episódios, dos mais-que-famosos livros de Sir Arthur Conan Doyle, por dois dos grandes nomes ligado a Doctor Who. Esta série foi mais que elogiada por todos os meios e um sucesso retumbante no Reino Unido. Estou em pulgas!

The Pillars of  The Earth, adaptada de um romance de Ken Follett, AXN - 21:50
Recentemente tive oportunidade de ver pedaços desta série e deixou-me de água na boca. Uma das razões foi a presença de Lovejoy e de Van Gogh. Isto é, Ian McShane, o actor que deu vida ao protagonista da divertida série dos anos 80 Lovejoy, um negociante de antiguidades renegado, uma espécie de Antiques Roadshow cruzado com Robin Hood; e por Tony Curran, que para além de ser escocês, ruivo e bom actor, é a CARA CHAPADA de Van Gogh, que tão bem interpretou na 5ª série de Doctor Who.

Hoje à noite vejo televisão!

Sherlock
The Pillars of the Earth

20 dezembro 2010

Logorama


Logorama, por François Alaux, Hervé de Crécy e Ludovic Houplain

Este foi o filme vencedor da curta de animação nos Oscars 2010. Há muito que o queria ver, não resisti em partilhá-lo aqui. Gostei, é interessante, e que pesadelo de copyrights!! Gostava de saber como os autores ultrapassaram isso.

LOGORAMA

16 dezembro 2010

E assim acontece!

E até à próxima, Carlos Pinto Coelho.

Foi-se mais uma das minhas grandes referências televisivas nacionais, não tanto como o jornalista/apresentador do Telejornal, se bem que me lembro muito bem dele nesse papel, mas mais, muito mais pelo que o seu programa Acontece ajudou a levar a cultura a toda a gente que a quis deixar entrar. Não mais um programa assim houve, fracas foram as tentativas de algo semelhante. Até mesmo quando o programa continuou, mesmo sem Carlos Pinto Coelho, já não era a mesma coisa.

Mas, Carlos Pinto Coelho nãos e foi sozinho, hoje também morreu Blake Edwards, o grande realizador, principalmente de comédias, tais como The Pink Panther, Breakfast at Tiffany's ou Victor Victoria.

Espero que bebem um cházinho ou um whisky juntos.
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