TV-CHILD É UMA DESIGNAÇÃO QUE SE PODE DAR À MINHA GERAÇÃO, QUE CRESCEU
A VER TV. ESTE BLOG É 90% SOBRE TV, 10% SOBRE OUTRAS COISAS.

13 janeiro 2008

Paciência de japonês!

Delicioso, e está a dar na RTP2!!

PythagoraSwitch

ピタゴラスイッチ

RTP2
2ª-6ª: cerca das 9:00h

12 janeiro 2008

*plutão

Esta é deliciosa: na série anime Orphen, a passar no AXN, Orphen e os seus amigos são atacados por um exército defensor das termas onde se querem banhar.

Nas legendas por quatro, sim quatro, vezes o comandante mandou enviar um plutão! Não sei em que dicionário o/a tradutor/a viu esta palavra, mas Plutão (com P maiúsculo) é o nome de um planeta (ex-planeta?) ou deus romano e pelotão é que é um grupo de soldados.

Será que eles foram atacados por um deus ou por um planeta?

É mesmo de rir à gargalhada...

Priberam - dicionário
(por favor inserir 'plutão' e 'pelotão', não dá para fazer um link directo)

02 dezembro 2007

3 x CSI

Esta semana que passou este blog fez três anitos e com o aniversário veio mais vontade de falar do CSI.

CSI: Crime Scene Investigation continua em forma e, das três, é ainda a minha série preferida. O novo plot das miniaturas é intrigante, fascinante e, se bem explorado, dá pano para mangas. Como pessoalmente gosto imenso de miniaturas e maquetes, a mim tem me sabido como mel. Só é pena a recente ausência de Grissom, que, claro terá de voltar em breve para continuar a resolver este mistério. A nova personagem do Keppler é intressante na sua abordagem mais bruta, mais policial, mas o Grissom é que é! Ainda por cima há finalmente uma relação mais íntima entre ele e Sara, a qual ainda não se percebeu bem em que parâmetros se desenvolve, mas que comum é que não é.

CSI: Miami é aborrecida. Estou farta daqueles filtros sépia, há qualquer coisa em Horatio Caine que me começa a enervar imenso e todos os subplots relacionados com os outros elementos da equipa parecem mal alinhavados e mal distribuídos pelos episódios. Só escapa a médica legista Alexx e ainda é viciante. Ainda vejo, mas confesso que, quando ponho a gravar para ver, muitas vezes é em fast forward que o faço.

CSI: NY é que tem vindo a evoluir bem, gosto dos subplots que apareceram: o pânico de Stella com a possibilidade de estar infectada com HIV, a relação de Danny com Lindsay (já tinha mencionado que o romance está no ar em todos os CSI?), Mac ter se tornado menos circunspecto mas mesmo assim ainda misterioso e intrigante. As histórias individuais dos episódios têm aproveitado bem os mitos urbanos de Nova Iorque o que enriquece bastante a série.

Pois é, continuo a "dar" nos CSI, continuam a ser as séries que mais acompanho na tv, quem sabe se não é por eu também ser um bocado coca-bichinhos. Ultimamente quase só tenho visto o canal AXN e, pontualmente a SIC-Radical, a MTV, a RTP1 e a SIC.

No AXN também acompanho Medium, Without a Trace, ER, The Nine e agora Gossip Girl. Na SIC-Radical é a Buffy que me faz carregar no botão do comando, se bem que a sétima série é ligeiramente mais fraca que as anteriores 4ª, 5ª e 6ª. A MTV tenho visto ocasionalmente no meu local de trabalho (não sou eu quem escolhe) mas apenas para chegar à triste conclusão de que se tornou num canal de reality shows estúpidos, pontuados por videoclips quase sempre iguais. Na RTP1 tenho visto os Gatos e o Conta-me como foi, por que são excelentes, e na SIC... ah sim! quando dá no horário, Ugly Betty. Nem sequer novelas da Globo tenho visto, a SIC anda mesmo muito mal......

CSI
CSI:Miami
CSI:NY

23 novembro 2007

Os 50 melhores programas de sempre

Iniciativa das Produções Fictícias, Time Out Lisboa, Diário de Notícias e Sapo, esta é a eleição dos 50 melhores programas de televisão de produção portuguesa, sem incluir formatos adaptados.

Eu já votei e, se der, volto a votar. Por mais que adore os programas, só não concordo com a inclusão da Rua Sésamo e do Contra-Informação porque são, para todos os efeitos, formatos adaptados.

OS MELHORES PROGRAMAS DE SEMPRE
Time Out Lisboa

19 novembro 2007

*gola redonda

No mesmo episódio de Mentes Criminosas de *cada vez mais careca (pelo menos espero que seja o mesmo pois o erro repete-se), topei outro, quase tão bom, que cai na cetegoria de roupa:

Meninos tradutores, turtle neck não é gola redonda mas gola alta... nunca usaram? A analogia até faz sentido, se observarmos com atenção uma gola alta até que faz lembrar o pescoço de uma tartaruga. Ou será que a camisola precisa de ser verde para se perceber?

turtle neck (até tem uma imgem como exemplo)

14 novembro 2007

*gelar o bolo

Mais uma da Martha Stuart! Isto até começa a ser repetitivo, mas quem faz as traduções do programa não percebe pêvas de culinária, principalmente em inglês!

Desta vez Martha estava a pôr a cobertura em queques (cupcakes que, a propósito, eram traduzidos apenas por bolos) e o nosso feliz tradutor disse-nos para gelar os bolos! O que Martha diligentemente nos disse foi frost the cupcakes, o que simplesmente quer dizer para pôr a cobertura nos queques, que de gelada não tinha nada...

frost (v.)
frosting
icing

PS - acrescentei icing ao dicionário para não haver nenhum mal-entendido, continuamos no tema da culinária.

07 novembro 2007

Lête



Para além dos excelentes anúncios televisivos, adoro o logotipo e as embalagens da Agros. Soube se manter fresca e actual sem remodelar um bom logotipo que já tem mais de 30 anos. Isto é que é bom design!

11 outubro 2007

Tipo simpático

Fiquei triste e surpresa quando soube da morte de Raul Durão, na 3ª feira. Para as pessoas da minha geração ele era aquele tipo simpático que preenchia bem o écran, com bom aspecto, que dava vida às coisas, sem chatear ninguém.

Tenho pena que seja mais um daquela geração que agora, a medo, a RTP tenta recuperar, mas de quem se esqueceu durante uns aninhos em que se preocupava mais com audiências e em fazer mais do mesmo, plagiando as privadas, que por si já plagiavam o pior da RTP.

Felizmente que ainda semi-acordaram a tempo, nessa manhã houve uma homenagem, na Praça da Alegria, em que incluíram nos convidados dois outros ícones (menos discretos) dessa mesma geração: Júlio Isidro (Passeio dos Alegres forever!) e Eládio Clímaco.

05 outubro 2007

*casaco sueco

Eu nem queria acreditar quando li, nas legendas do programa Esquadrão da Moda, no People + Arts, casaco sueco para suede jacket. Realmente um swede é um cidadão sueco, mas com U (e não W) quer dizer camurça! Para além disso a lógica e algum poder de observação mostravam-nos logo que o casaco em questão era de camurça!

suede
swede

E as gralhas da TV-Cabo continuam!

12 setembro 2007

Loja das Meias



Ontem apercebi-me (infelizmente tarde demais) que a emblemática Loja das Meias do Rossio tem hoje o seu último dia de vida.

Há coisas que não se percebem, esta loja era a sede da marca, o seu logotipo é a praça do Rossio, tinha mais de 100 anos de actividade no mesmo local, é uma das lojas mais simbólicas da Baixa e de Lisboa, senão também Portugal, aparece no filme On Her Majesty's Secret Service (007 ao serviço de Sua Mejestade) e, aparentemente por razões económicas, os donos resolvem fechá-la para abrir novas lojas no estrangeiro. Por mais que seja defensora de exportar o que é nosso, nunca em detrimento do pouco e muito bom que ainda há cá.

Em notícias que li, os donos alegam que a vida na Baixa foi morrendo depois do incêndio do Chiado (verdade, mas que tem sido revertida) e que já não se justifica manter lá uma loja desta dimensão. Tretas, digo eu! A Loja das Meias do Rossio ainda se manteve mais de 10 anos sem alegar recessão, logo agora que finalmente temos uma Baixa que, a custo, se tenta reerguer é que a loja, símbolo máximo do comércio no local, fecha??? Realmente a Baixa nunca recuperou o bulício de antigamente, mas recuperou algum, nem a Loja das Meias dificilmente voltaria a ser o que me lembro de ser nos anos 70, cujos famosos saldos pareciam tirados de uma cena de banda desenhada, com o mulherio a lutar por uma peça de roupa que tinha de imprescindivelmente ter, mesmo que não lhe servisse. Mas a partir dos anos 90 com a diversificação do comércio e a abertura (finalmente) de marcas de prestígio internacionais justamente na zona, a justificação dos donos da Loja das Meias não faz sentido algum. O volume de vendas de uma loja como esta, naturalmente que decresce, mas também tem a ganhar com a concorrência saudável.

A primeira coisa que me veio à cabeça quando me apercebi foi: "se até a Loja das Meias fecha, é desta que a Baixa morre de vez!". Ao longo dos últimos 10 anos, tenho vindo a ver as grandes capelinhas da Baixa fechar, entre elas algumas lojas que davam vida e carisma às ruas e comércio local, sem elas outras lojas de ramos semelhantes tiveram e têm dificuldade em sobreviver, apenas lhes resta fechar as portas. A Baixa é o sítio onde ainda se encontram tesouros que tendem a entrar em extinção. E o que vai ser da loja? Uma megastore de chineses?

Visto isto tudo, a mim parece-me que o que falta à Baixa é uma estratégia de animação e comercio, pois à medida que lojas de qualidade e davam boa fama como o Celeiro (não o de dieta), a Loja das Meias, o Castelo Branco, etc. vêm a ser substituídos por comércio de qualidade inferior, a única coisa que sucede é o prestígio da Baixa, ter deixado de existir e dado lugar a um ambiente inseguro e chunga sem lojas diferentes com artigos que não se encontram em mais parte nenhuma. Fala-se muito na defesa do comércio tradicional mas, uma vez que num sábado à tarde até os cafés da baixa estão fechados, como esperam eles fazer negócio? Uma vez que, principalmente no verão, os cafés mais tradicionais e antigos da Baixa já estão fechados uns às 19h outros às 20h, como esperam manter uma dinâmica comercial e sacar dinheiro ao turista ou ao Lisboeta com necessidade de petiscar algo antes de um espectáculo?

Sem o apoio dos grandes antigos comerciantes da Baixa, é claro que os pequeninos não conseguem sobreviver.

08 setembro 2007

MOTELx


Como gosto desde sempre de filmes de terror, o meu realizador e escritor preferidos são ambos especialistas na matéria, lá fui eu testar o MOTELx.

Como em todos os festivais há secções diferentes, a série Masters of Horror, os filmes de Guillermo del Toro, os filmes de Ivan Cardoso, os documentários e as curtas. Apesar de algumas boas escolhas, o festival é, no geral, muito desequilibrado, dependendo, quase na totalidade da série Masters of Horror para preencher a programação menos vista em Portugal. De resto, foi interessante trazer Ivan Cardoso e a sua cinematografia, pois para além de virtualmente desconhecida do grande público é, no mínimo, invulgar.

Aproveitei para ver mais alguns filmes de um dos meus preferidos, Dario Argento, voltei a chegar à conclusão de que detesto Carpenter (acho os filmes dele cheios de clichés, com histórias pouco interessantes e mal desenvolvidas e, o pior de tudo, nem sequer me pregam um sustozinho aqui e ali), ver alguns dos filmes de Guillermo del Toro e o que mais viesse à rede. Senti a falta de alguns grandes como David Cronenberg, Roger Corman, e alguns clássicos, mas em 5 dias não seria fácil, por isso compreendo.

Tenho pena de, mesmo num festival do género, à grande excepção de Ivan Cardoso, os filmes de terror ainda pertencerem a um universo quase exclusivamente norte-americano (os meninos do CTLX já tinham demonstrado na sessão de Dog Soldiers que na Europa também se faz muito bom cinema de terror) ou então a nova moda do cinema oriental, de que of estival apresenta apenas um exemplo do já muito conhecido Takashi Miike. Com o apoio do Cinedie Ásia é mesmo uma pena que não se vejam filmes de outros realizadores menos exibidos em Portugal (como por exemplo Kiyoshi Kurosawa) ou outros menos conhecidos.

Também é pena haver algumas falhas quase imperdoáveis como a, que já se começa a tornar clássica, de projectarem os vídeos no formato errado, ou seja, esticadinhos, trocas de sessões (acontece), falhas na informação ou atrasos sem uma explicação a quem está à espera.

As duas exposições são interessantes, mas sabem a pouco, os objectos exibidos também são interessantes, mas talvez devessem estar identificados (por filme, etc.) e haver uma explicação de que não são originais, mas sim réplicas para venda. Gostei da decoração do espaço (mobília antiga, objectos com sangue, etc.), podiam ter abusado mais.


MOTELx

06 setembro 2007

Tenor de peso

Depois do post sobre a Divine, parece coincidência a mais... (eu sei que a comparação é estranha, mas...)

Lá se foi o Pavarotti, que já andava a ameaçá-las há tempo. Nunca fui grande fã dele, mas a sua importância na divulgação e uma certa popularização da ópera é fundamental. Claro que a sua presença televisiva era muito frequente, seja nos especiais dos 3 Tenores ou seja nos inúmeros programas, recitais, eventos, encenações televisivas de ópera em que participou.

Era presença frequente nas nossas televisões (em especial a RTP2), vai fazer falta.

04 setembro 2007

Divina laca

A propósito da estreia do remake do remake de Hairspray, de John Waters, e de estar a falar de drag queens famosas com um colega de trabalho, lembrei-me de como adorava este clip da minha preferida, mas também a mais sórdida, de todas: Divine.


Divine - Walk Like a Man

Apenas recomendo a quem se entusiasmar com o novo Hairspray, que veja o original, que de blockbuster não tem nada e de subversivo e kitsch tem tudo!

13 agosto 2007

Atrasados mentais

Ao ouvir, como som de fundo, as Chiquititas constato, infelizmente, que a televisão portuguesa, neste caso a SIC, continua a tratar as criancinhas como atrasadinhos mentais. A Chiquitonta (assim parece que lhe chamam os amigos) fala exactamente como as antigas apresentadoras de programas infantis, como a mesma entoação e vocabulário muito bem ar-ti-cu-la-do, como se as crianças não captassem a informação dada de outra forma mais normal...

É triste ter crescido (e protestado) com este tipo de postura preconceituosa e paternalista, mas mais triste ainda é constatar que quem também cresceu com isto não aprendeu com os erros da antiga geração que não sabia fazer melhor!

Chiquititas

PS - vi alguns episódios das Chiquititas brasileiras, quando passaram, se não me engano, na TVI, e mesmo nessa altura achei aquilo sofrível... mas pelo menos as pessoas falavam todas de modo normal.

11 agosto 2007

Refresco

Por causa do calor e porque é bom, hoje, durante o dia, lembrei-me deste clip. É um dos videoclips mais divertidos que já vi.


Bentley Rhythm Ace - Theme From Gutbuster

05 agosto 2007

Séries TV

Pois... enganei-me, mas vou reparar o meu erro.

Fui 'blogdesafiada' pelo Ricardo do
CineArte a fazer um top de séries favoritas. O meu engano é que o fiz como comentário no post dele, mas vou colocar aqui uma cópia para continuar estes posts em cadeia (que ao contrário das cartas até é engraçado).

Respondendo ao desafio e como concordo com o Ricardo em relação aos top's, a minha lista é (salvo algumas excepções - assinaladas*) feita no momento:

SÉRIES TV:

ESPAÇO: 1999* (Space: 1999)
Inquestionavelmente a minha série preferida de sempre! Tem me acompanhado ao longo da minha vida quase toda e, apesar de ter envelhecido um tanto, ainda encontro nela uma imensidão de elementos que me fazem continuar a adorá-la: os ainda excelentes efeitos especiais, os actores, as histórias, a direcção artística, a música.

QUINTA DIMENSÃO* (Twilight Zone)
Acho que o Ricardo já disse quase tudo, só gostava de acrescentar que grande parte dos argumentos da séries foram escritos por alguns dos melhores escritores de ficção-científica dos anos 60, o primeiro que me vem à cabeça é Ray Bradbury.

PALMEIRAS BRAVIAS (Wild Palms)
Concordo com Twin Peaks ter sido groundbreaking, sem TP não existiria Wild Palms. Mesmo assim prefiro a série de Oliver Stone, mais sucinta e bem planeada, em que cada episódio foi realizado por excelentes e conhecidos realizadores de cinema, entre eles uma das minhas preferidas, Kathryn Bigelow.

PRAIA DA CHINA (China Beach)
Quase ninguém se lembra desta excelente série com um ponto de vista invulgar sobre a guerra do Vietname. Era o ponto de vista das enfermeiras, médicos e militares lesionados, acampados num hospital de campanha numa praia da china. Reflexions das Supremes no genérico foi das músicas mais marcantes numa série de televisão e não esquecer Marg Helgenberger no papel da prostituta local.

OS VINGADORES* (The Avengers)
Especialmente as duas séries de Emma Peel (Diana Rigg). Esta série de espionagem fantástica, cheia de intrigas misteriosas e cenários barrocos (para não falar do guarda-roupa de Mrs. Peel), e das deixas tipicamente british, sem as quais eu não veria as séries de TV do mesmo modo. Tenho imensas saudades, bem que poderia passar na SIC-Radical e ser editada em DVD!

As menções honrosas são tantas que não vou mencionar nenhuma. Bem... Duarte & Companhia.

SITCOMS:

OS MALUCOS DO CIRCO* (Monty Phython's Flying Circus)
Não há muito a dizer: "and now, for something completely different"
Por causa desta série, deixei o vício das novelas brasileiras durante mais de um ano! (e já tenho em DVD)

BLACK ADDER
Especialmente a primeira, e mais sádica série, mandam-me ao chão a rir! A participação de Miranda Richardson como "Queen Bess" é verdadeiramente antológica!

ALLO'ALLO!
A quantidade de deixas que ficaram no imaginário das pessoas acho que diz tudo acerca de Allo'Allo! Os erros do Officer Crabtree são os melhores de todos: "I have a guin in my picket"; "The Fullen Madinna with the big bibies"

OFF CENTRE
Passou discretamente mas era hilariante. Uma sátira à vida boémia nova-iorquina, com grande parte do cast de American Pie. O descaramento de Chau, o amigo vietnamita, era simplesmente demais!

Menções honrosas: Absolutely Fabulous, Dharma & Greg, Popular, Freaks & Geeks, etc...

ANIME:

CANDY CANDY*
É shoujo, é comprida, ainda não a vi até ao fim (não passou completa em Portugal) mas não há nada a fazer, foi A série de anime que colocou (juntamente com Conan, o rapaz do futuro) o anime no mapa para mim. Dizem que não há paixão como a primeira.

SAILORMOON*
Esta série foi um marco para mim, fez-me descobrir o anime de outra forma e iniciou-me num percurso sem fim nesta área. Gosto do realismo de adolescentes normais, com defeitos, inseridas numa vida dupla de super-heroínas que me fez imediatamente pensar nas séries sentai que davam antes dos Power Rangers.

BIA A PEQUENA FEITICEIRA* (Majokko Meg-chan)
Esta é uma série invulgar, bem velhinha, que, apesar de ser um anime de magical girls, é muito à frente para a época. A protagonista é mimada, impertinete, mas também boa rapariga e partilha o protagonismo com uma rival egoísta e carente. Dentro dos cenários de inspiração mediterrânica, um dia-a-dia muito japonês e guarda-roupa ultra-fashion anos 70, não há dúvida que é um anime único.

LUM (Urusei Yatsura)
Este foi dos primeiros anime/manga que procurei e conheci. Desde a primeira leitura/visionamento que me apaixonei pela personagem de Lum e me parto a rir com o completo disparate que é a série inteira a começar pelas canções dos genéricos.

COWBOY BEBOP
Deve ter sido um dos primeiros anime de qualidade em que não há um único episódio para encher, de fraca qualidade ou que não faça sentido no todo. Com uma das melhores bandas-sonoras para anime de sempre, personagens tão boas que, até hoje, não me consigo decidir numa favorita, não há dúvida que é um dos melhores anime de sempre!

Menções Honrosas: Shin Seiki Evangelion, Gokinjo Monogatari, Victorian Romance Emma, Shoujo Kakumei Utena, Conan o Rapaz do Futuro, Lupin III, Glass no Kamen, Versailles no Bara, Card Captor Sakura, Antologia da Literatura Japonesa, Saint Seiya, Rurou ni Kenshin, Daddy Longlegs e muitas mais... tantas...

E eu desafio para dizerem as suas 5 séries preferidas de televisão (com ou sem categorias):
O
Kiryu
A
Confissão das Artes
A
Rita
A
Alice
O
Paulo

PS: O excesso de séries novas, inovadoras, de qualidade, etc, etc... chegou a tal ponto que me saturou um bocado. Por agora estou apenas a acompanhar duas ou três, quando tiver paciência para mais lá verei algumas de todas as outras que têm vindo a estrear.

02 agosto 2007

Do rádio

Chamaram-me a atenção para este clip na rádio (Oxigénio) e é fa-bu-lo-so à moda antiga, dos tempos em que a MTV era rainha!

Justice - D.A.N.C.E.

31 julho 2007

Sempre na TV

Pois... ontem foi Ingmar Bergman e hoje foi Michelangelo Antonioni...

Ao contrário de Bergman, nunca vi um único filme de Antonioni em grande écran. Mas com muita pena e alguma frustração minha, pois mais uma vez é um cineasta de filmes para ver em sala.

Antonioni era sublime, os seus filmes mais do que especiais, só me vem à cabeça o cliché: o cinema mundial ficou bastante mais pobre esta semana. O que nos vale (e fica) são os filmes.

Não-televisivo

Nunca vi um filme de Bergman na TV. Nunca vi porque há certos filmes que não são para ver na TV. Eu, que adoro os filmes de Ingmar Bergman, tenho dificuldade em me concentrar de todas as vezes que os tentei ver na TV.

Acho que só vi a adaptação para série televisiva de Fanny e Alexander há muitos anos na RTP2 e, apesar de haver mais cenas e narrativa, sinto que só vi verdadeiramente todos os meticulosos pormenores do filme no cinema.

89 anos é uma boa idade, deixou-nos maravilhosos filmes.

09 julho 2007

Alien girl

Este anúncio à Playstation 2 sempre me intrigou... grandes discussões tive com os meus amigos e colegas de trabalho na dúvida se a cara dela seria mesmo assim ou se fora manipulada... eu sempre defendi que era assim, até ver que o clip é de Chris Cunningham. Definitivamente há algo de Aphex Twin na cara dela.



Aqui fica o texto, afinal o sotaque escocês é cerrado:

"Let me tell you what bugs me of the human endeavor
I've never been a human in question, have you?
Mankind went to the moon
I don't even know where Grimsby is
Forget progress by proxy
Land on your own moon
It's no longer about what they can achieve, out there on your behalf
But what we can experience
Up here and of our own time
It's called mental wealth."

Sony Playstation - Mental Wealth

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